10 de mai de 2008

Cocô de gato traz sorte???

Hoje (10 de maio), já recuperada da dengue, pude ir ao parque.

Havíamos combinado que, assim que fôssemos capturar gatinhos encantados, iríamos também ao Barra Sul para fazermos uma viagem só (já que é tudo na Barra da Tijuca).

Como vocês sabem, após o envenenamento que houve no Barra Sul decidimos fundir os dois projetos de castração. Afinal, são todos gatos não domiciliados, estão no mesmo bairro e era necessário conter o crescimento de ambas as colônias.

Durante o período em que eu estava de “molho” Renata e Victor, seu namorado, já haviam deixado as armadilhas lá.

Então, Renata saiu 5 h da manhã da Tijuca e foi de ônibus para o Barra Sul. Oito e meia da manhã ela me ligou dizendo já ter capturado um gato e que não conseguiria capturar mais, pois eles só circulam pelo condomínio cedinho e à noitinha. De lá ela conseguiu uma carona e partiu para o parque. Renata, duas armadilhas e um gato...


Gato capturado no Barra Sul
Cheguei no parque e já vi o gatão dentro da armadilha. Renata estava tentando capturar um gatinho com a outra armadilha.

Aqui cabe uma explicação: o parque é ENORME e a colônia é formada por micro-colônias; um grupo na administração, um na cozinha, um na montanha russa, um logo na entrada e, ao que parece, há um grupo que fica escondido (sabemos que existe, mas nunca vimos).

Voltando, então... Renata estava perto da entrada do parque tentando capturar a Sandy. O Júnior, que também fica na frente já foi castrado (estes nomes são dados pelos funcionários de lá, mesmo).

Colocamos comidinha cheirosa na armadilha e fizemos “caminho de João e Maria”. Só que Júnior nos atrapalhou o tempo todo, pois catava toda a comidinha do caminho (mas ele é fofo, gente, não dá nem para ficar chateada).

De repente, do nada, surgiu uma gatinha - pequenina que, depois de driblar o Júnior entrou na armadilha e POF! Foi enjaulada. Ficou muuuito estressada, mas cobrimos a armadilha com uma colcha e ela se acalmou um pouco.

Gatinho (a) que driblou o Júnior e entrou na armadilha

Nosso ponto central lá é a sala da administração. Então, levamos a armadilha para lá e aproveitamos para visitar a Paty (uma gatinha rabuda fofa demais que está sendo colocada para adoção) que, depois de castrada, migrou da cozinha para lá. Fizemos carinho, pegamos no colo e ela só com o motorzinho ligado.

Paty - a rabuda ronronentaDepois da pausa, como não tínhamos mais armadilhas disponíveis, pegamos um dos gaiolões e fomos tentar, de novo, pegar a Sandy...

Infelizmente, ela não entrou, mesmo; chegou na porta, comeu toda a comidinha que estava em volta e se aboletou em um tronco (onde ficou camuflada), saiu do tronco, chegou perto da gaiola... isso várias vezes. Percebemos que, desta vez, não ia dar, mesmo.

Sandy camuflada
Catamos nossas tralhas, colocamos as armadilhas dentro do carro e rumamos para Copacabana, onde as ferinhas serão castradas e farão pós-operatório até o próximo fim de semana, quando a luta continua.

Ah! Alguém sabe se cocô de gato dá sorte? Na hora em que fui colocar a gaiola no carro, fui premiadíssima. O gato do BS estava muito assustado, coitadinho! Resultado: camiseta e calça jeans devidamente carimbadas!!!

Bem, agora, totalizaremos 24 gatos do parque castrados (12 com o $$ da rifa) - 18 fêmeas e 6 machos - além de outros 4 do Barra Sul (1 com o $$ da rifa) - 2 fêmeas e 2 machos.

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