2 de fev de 2008

Terceira leva de castrações. Quase que não vai, mas foi...

25/01/2008

Conseguimos mais vagas para as castrações em 25 de janeiro, às 13 h.
Solicitamos à tia Ro que os gatos fossem capturados no dia 24 para haver o tempo necessário para o jejum.

Desta vez, a Angela não pode ir e contamos com o super, hiper, mega, blaster auxílio da Renata Márcia (http://www.renatamarcia.blogspot.com/), que foi de fundamental importância.

Chegamos no TE às 11 h, haviam quatro gatinhos nas gaiolas (o pessoal do parque está, realmente, eficiente).

A Renata conseguiu (desta vez, eu estava de aprendiz) tirar 3 gatinhas e colocar na caixinha de transporte para levarmos para a Praça Seca. Um gatinho conseguiu escapar (vocês não têm idéia de como eles são ariscos).

Gatinhas devidamente acomodadas, partimos para o Posto da Prefeitura na Praça Seca. Além das 3 gatinhas do TE estávamos levando mais uma gatinha (a Lilica) que havia sido resgatada pela Renata e que já tem adotante.

Quando chegamos no posto, não havia ninguém na porta. Achei muito estranho, mas fomos para lá assim mesmo. Então, fomos informadas que a veterinária havia passado mal e que não haveria castrações naquele dia.

O que fazer? Se não castrássemos naquele dia, dificilmente conseguiríamos capturar estes gatos novamente; e uma das gatinhas tinha acabado de parir - os filhotes foram encontrados mortos - e estava lotada de leite (como o pessoal do parque já havia nos alertado sobre o leite, comprei uma caixa de medicamento específico para o caso e uma lata de ração úmida).

Precisávamos fazer algo e rápido.

Renata se lembrou, neste momento, de um veterinário que poderia nos ajudar. Telefonou para ele – Dr. Marcelo Libero Castelo – e, diante da situação que expusemos, ele se prontificou a castrar as gatinhas pelo preço de custo (R$ 50,00 cada, sendo que o pagamento de uma castração foi feito pela adotante da resgatadinha da Renata), além de hospedá-las por 5 dias no pós operatório. Continuando nossa viagem, partimos da Praça Seca para Copacabana, para a clínica do Dr. Marcelo.

Às 18 h ele deu início às castrações. Menos 4 gatinhas “inteiras” no mundo, o que significa menos 2 milhões de gatos errantes em 7 anos.

Quarta-feira, 30 de janeiro, fui buscar as 3 gatinhas (uma já havia sido levada no dia da castração) e levá-las ao TE. Dr. Marcelo recomendou que a gatinha que estava com leite continuasse a tomar a medicação para secá-lo e ficasse mais alguns dias no gaiolão. Então, comprei mais uma caixa e deixei com o pessoal do TE.
Dia 01 de fevereiro, tia Rô me telefonou dizendo que a gatinha estava sangrando e que ela achava que os pontos haviam arrebentado. Corri para o TE, busquei a gatinha e levei, novamente, à clínica do Dr. Marcelo. Lá, ele limpou a área e viu que os pontos estava inteirinhos, mas que a gatinha ainda tinha leite e estava com as tetas bem inchada. Aí, saía leite sujinho de sangue. Deixei a gatinha lá, autorizei que ele usasse mais medicação para secar o leite (nem sei, ainda, quanto vamos ter que pagar; mas, como diz o ditado, quem está na chuva é para se molhar).

Quarta ou quinta-feira irei buscá-la para levar para “casa”, pois a Dona Gina, que toma conta desta gatinha (pretinha, coisa mais fofa do mundo) no TE já está indócil.

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